FREE CURUMIM - Não se paga com a vida!

Ana Fellows
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Marco Archer Cardoso Moreira, o Curumim, é o cidadão brasileiro mais próximo de morrer em todo o mundo.   Ele é um dos 113 condenados à morte na Indonésia à espera de execução. Não há mais possibilidade de recursos judiciais e a única chance de salvá-lo da morte é o presidente Susilo Bambang Yudhoyono lhe conceder clemência.   A sua situação, segundo o próprio governo brasileiro, é muito delicada.   Marco foi um esportista a vida inteira, campeão sul americano de voo livre, que errou ao tentar entrar com cocaína na Indonésia, em 2003, foi preso e condenado à morte no ano seguinte. Na ocasião, estava sendo pressionado a pagar uma dívida com um hospital em Cingapura, no qual havia ficado internado em 1997, por conta de um acidente que quase o matou.   Réu primário, ele está arrependido do que fez e pede para não ser executado. Na Indonésia, a morte acontece por fuzilamento em campo aberto.   A Comissão de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) concluiu que a pena de morte viola o direito do ser humano de não se tratado de maneira cruel, desumana ou degradante. Organizações não governamentais sustentam, ainda, que ela nem sequer atende ao propósito de coibir a criminalidade, justamente o que fundamenta a sua existência.   Felizmente, a aplicação da pena capital tem caído no mundo todo. Em 1977, 16 países em todo o mundo haviam abolido essa punição; em 2001, já eram 108 e, em 2010, 139, segundo a Anistia Internacional. É uma tendência mundial que, torcemos, seja irreversível.   O Brasil é um dos países que adotaram a moratória da pena de morte proposta pela ONU. A Indonésia, no entanto, ainda é favorável à pena capital.   Entendemos que a punição a que nosso amigo Curumim foi condenado é cruel e desumana. Enquanto a justiça humana permanecer falível, o risco de execução de um inocente ou de um recuperável nunca pode ser eliminado.   A pena de morte: - nega a possibilidade de reabilitação e reconciliação. - promove respostas simplistas para problemas humanos complexos - prolonga o sofrimento dos entes queridos de um prisioneiro condenado. - desvia recursos e energia que poderiam ser melhor utilizados para trabalhar contra a criminalidade  - é um sintoma de uma cultura de violência, e não uma solução para isso.  - É uma afronta à dignidade humana e deve ser abolida.   Solicitamos, por meio dessa petição, a clemência e a conversão de sua pena de morte , um meio de aliviar o sofrimento por que Marco Archer passa atualmente e confortar seus familiares.  Pedimos uma segunda chance para Marco Archer

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