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Signatures 148 total

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  1. 101
    Name: Raquel Segurado on May 6, 2008
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  2. 102
    Name: Joao Rossini on May 6, 2008
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  3. 103
    Name: Ana De Almeida on May 6, 2008
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  4. 104
    Name: João Carlos Costa on May 6, 2008
    Comments: A lingua portuguesa nao deixa de o ser por compreender mais do que uma variante. O inglês não é por ter variantes neo-zelandesas, australianas, britânicas ou norte-americanas que deixa de ser a mais falada do Mundo.
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  5. 105
    Name: Adelaidepereira on May 7, 2008
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  6. 106
    Name: Adelaidepereira on May 7, 2008
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  7. 107
    Name: Anonymous on May 7, 2008
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  8. 108
    Name: Anonymous on May 7, 2008
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  9. 109
    Name: Anonymous on May 7, 2008
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  10. 110
    Name: Anonymous on May 7, 2008
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  11. 111
    Name: Alvarino José Barbosa De Sousa on May 7, 2008
    Comments: O novo "acordo ortográfico" é uma decepção total. É um absurdo. Não tem lógica na sua formulação. Introduz alterações absurdas na língua portuguesa que vão provocar grandes prejuízos, designadamente instabilidade gráfica que fará regredir a língua au seu estado de desenvolvimento do século XVI, cerca de 1550. Isso é um absurdo. No fundo este acordo só interessa ao Brasil que não terá necessidade de alterar praticamente nada, a não ser pequenos aspectos da gramática e do prontuário. Portugal vai arcar com pesados prejuízos sem qualquer utilidade para o país e, pior ainda, com graves prejuízos para a língua portuguesa que ficará pior por causa da instabilidade gráfica que, absurdamente, seria introduzida. O Português não pode ser uma língua do sertão ou da roça, ou da Lourinhã, da Idanha ou da Cabreira. Tem de ser um idoma com lógica. Se este acordo vingasse, de nada serviria o trabalho de depuração da língua ao longo dos séculos realizado por gramáticos, linguistas, filósofos, literatos e outros estudiosos, já desde 1520, Pêro magalhães Gândavo, Fernão de Oliveira, João de Barros, na sequência do movimento Humanista que incluiu o aperfeiçoamento das línguas Romance, o que já muito antes vinha a ser processado nos países anglo-saxónicos. Não devemos ser retrógrados e rejeitar um bom acordo ortográfico, que até me parece necessário e muito útil para o Português se tornar uma língua mais fácil e dinâmica. E não me choca absolutamente nadfa que perca as ditas consoantes mudas e se altere, se intervenha em muitos mais aspectos. Nem me movem quaisquer interesses económicos, políticos ou outros. Quero informar possíveis detractores, que sou apenas um estudioso ao longa da vida, no ensino formal, oficial. Apoio, louvo esta petição. Quis intervir, mas tenho estado muito ocupado a terminar assuntos com prazo. E estava muiito admirado não aparecerem, a contestar, pessoas com capacidade e autoridade linguística. Louvo e apoio o Dr. Vasco Graça Moura, e os restantes articulistas sobre o acordo ortográfico. Lamento que tenha sido muito atacado, até ofendido, por exemplo no programa "prós e contras", por uma pessoa que parecia estar a defender interesses e que, no calor do debate, acabou por proferir algumas inexactidões imprópias do seu estatuto. Um assunto desta importância não ode ser realizado atabalhoadamente, como dizem os signatários desta petição. Um acordo ortográfico não pode ser ealizado de modo atrabiliário, ao acaso e ao sabor de interesses polícos ou económicos. Doa a quem doer, um acordo ortográfico, que envolve inúmeros aspectos e competetências, não pode ser realizado por economistas ou políticos só porque detenham o poder de decisão. Tem de ser realizado por técnicos desta área.Para resolver assuntos de economia ou finanças não se encarrega um literato ou linguista. O mesmo acontece para reparar um equipamento qualquer. Procura-se o técnico específico da área respectiva, caso contrário será maior o prejuízo. E num assunto desta importância, uma decisão destas não pode depender da decisão e da formulação que esteja da cabeça de duas pesoas ou pouco mais. Tem de ser formada uma equipa alargada que faça um estudo sério, rigoroso e realize uma depuração da nossa língua que muito beneficiaria para se tornar um idoma mais fácil e atractivo, apesar de também considerar que é um idioma agradável, maleável, que podreria ter um futuro brilhante. Mas um acordo que implique todos os países interessados, não apenas Portugal. Não se diga que a variante brasileira do Português não tem nada a corrigir, a melhorar. Só interesses ocultos podem tentar convencer disso. Não é por um país ser maior que pode ou deve impor o seu ponto de vista e os seus interesses. Há uma lógica a respeitar. Diz-se, estuda-se que ninguém é dono da língua e que são os falantes que fzem a língua. É vedade, mas temos de aceitar que, se o português se desenvolvesse apenas com os falantes incultos a nossa língua seria uma baralhada, sem qualquer rigor. A língua é o que é pelo estudo e depuração exercida nesse falar do povo, realizada pelos estudiosos que referi acima. Façamos um acordo, mas não atrabiliário, casual. Mexa-se na língua, mas com lógica e de uma vez, durante muito tempo. Não se pode estar sempre a alterar, porque isso tem muitas implicações pela instabilidade que provoca, e custos elevados. A gramática necessita de revisão no uso do hífen, dos pronomes enclíticos, junto dos verbos, na conjugação verbal, na concordância, no uso dos adjectivos irregulares, etc. Principalmente a gramática para facilitar a aprendizagem, tornando alíngua mais fácil e introduzindo alguma permissividade de utilização das formas populares. Nem só a linguagem culta é legítima ou mais legítima. Os literatos têm possibilidade de a utilizar. Mas não se deve utilizar a língua com snobismo das "elites". O povo deve ter o direito de utilizar as formas, não cultas, sem ser penalizado nas provas que realize ou censurado socialmente. A nossa língua deve tornar-se mais terra-a-terra, mais fácil para os falantes. O sistema permite uma imensidão de termos, e nisso os barasileiros são exímios em os inventar. Mas a norma não pode estar sujeita a instabilidade gráfica ou fonética. Deve haver normas rigorosas. Quem não as dominar não é um falante exímio. E, mesmo com rigor no ensino/aprendizagem, haverá sempre quem realize, utilize a língua de modo particular, como é o caso dos açoreanos e madeirenses que estudam ou aprendem o Portugûes normal e não o falam do mesmo modo. Parabéns pela petição. Não a este acordo ortográfico. Sim a uma reforma séria da nossa língua, que é necessária e muiuto conveniente. Alvarino de Sousa. Braga. ajbsousa@gmail.com. 960231045.
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  12. 112
    Name: Luís Pereira on May 7, 2008
    Comments: A única mudança que o acordo ortográfico vai trazer é a complicação do que está estabelecido...
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  13. 113
    Name: Maria Beatriz Da Cunha Correia De Melo on May 7, 2008
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  14. 114
    Name: Renata Cunha Melo Campos Corado on May 7, 2008
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  15. 115
    Name: Filipa Ribeiro Almeida on May 7, 2008
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  16. 116
    Name: Miguel Galrinho on May 7, 2008
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  17. 117
    Name: Manuel G. Simões on May 7, 2008
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  18. 118
    Name: Joao Carlos Gomes Cunha on May 7, 2008
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  19. 119
    Name: Paulo Neto on May 8, 2008
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  20. 120
    Name: António Pires Ventura on May 8, 2008
    Comments: Se noutros paises, com outras linguas (ingles, espanhol, frances...) não ha uniformidade, porque tem de haver na lingua portuguesa
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  21. 121
    Name: Anonymous on May 8, 2008
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  22. 122
    Name: Cristina Frazão on May 8, 2008
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  23. 123
    Name: Anonymous on May 8, 2008
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  24. 124
    Name: Maria Manuela Santos De Almeida Ferreira Dos Santos on May 8, 2008
    Comments: Temos de lutar pelo purismo da língua. Maria Manuela Santos
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  25. 125
    Name: Carlos Leiria on May 8, 2008
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  26. 126
    Name: Armando Filipe Coelho Simoes on May 8, 2008
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  27. 127
    Name: Anonymous on May 8, 2008
    Comments: As diferenças ortográficas nunca dificultaram a leitura dos textos brasileiros e vice-versa. Por isso, em defesa da nossa língua, voto contra o acordo.
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  28. 128
    Name: Manuel Maia on May 8, 2008
    Comments: Devemos manter as características específicas e tradicionais da nossa ortografia
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  29. 129
    Name: Ricardo Maia on May 8, 2008
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  30. 130
    Name: Rosa Junqueira on May 8, 2008
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  31. 131
    Name: Anonymous on May 8, 2008
    Comments: contra o acordo ortográfico
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  32. 132
    Name: Maria João Pimenta on May 10, 2008
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  33. 133
    Name: Ana Rita Campos on May 13, 2008
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  34. 134
    Name: ROSA RODRIGUES on May 13, 2008
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  35. 135
    Name: ROSA RODRIGUES on May 13, 2008
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  36. 136
    Name: Jorg Poças on May 13, 2008
    Comments: Não concordo com o Acordo Ortográfico.
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  37. 137
    Name: M. Amélia Carneiro on May 14, 2008
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  38. 138
    Name: Anonymous on May 15, 2008
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  39. 139
    Name: Anonymous on May 15, 2008
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  40. 140
    Name: Carlos Oliveira on May 25, 2008
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  41. 141
    Name: Vânia Morgado on May 26, 2008
    Comments: parece-me k existem coisas mais importantes e mais urgentes neste país para serem alteradas e com muito mais urgencia e que fazem mais sentido.
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  42. 142
    Name: Adelaide on May 27, 2008
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  43. 143
    Name: Rui Casqueira on May 29, 2008
    Comments: A lingua portuguesa faz parte do nosso património cultural, como tal, penso que devemos deixá-la fluir no tempo e na boca do povo. Claro que isto terá que acontecer sempre dentro de regras e excepções lógicas.
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  44. 144
    Name: Rui Casqueira on May 29, 2008
    Comments: A lingua portuguesa faz parte do nosso património cultural, como tal, penso que devemos deixá-la fluir no tempo e na boca do povo. Claro que isto terá que acontecer sempre dentro de regras e excepções lógicas.
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  45. 145
    Name: Anonymous on Jun 1, 2008
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  46. 146
    Name: Vitor Relvas on Jun 3, 2008
    Comments: Não concordo com o pato, Oooops!!! pacto.
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  47. 147
    Name: Carlos Correia on Jun 5, 2008
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  48. 148
    Name: Isabel Santos on Jul 13, 2008
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