The petition
(Peco desculpa pela nao utilizacao de acentuacao Portuguesa - apenas para nao originar incompatibilidades informaticas)
Exmos. Srs. Presidentes da Camara de Matosinhos, Dr. Guilherme Pinto, mail@cm-matosinhos.pt e da Junta de freguesia de Leca da Palmeira, Dr. Pedro Tabuada, lecapalmeira@hotmail.com
Sou Matosinhense (nado e criado), resido neste momento em Leca da Palmeira. Chamo a vossa atencao para um facto que, concerteza tambem nao passou despercebido a outros municipes, me tem vindo a preocupar.
Verifiquei que, logo apos o inicio das obras de construcao da nova ponte movel, o transito rodoviario sofreu uma profunda alteracao na zona de entrada da mesma, do lado de Leca da Palmeira. Assim, foi criada uma rotunda artificial, com a ajuda de sinalizacao temporaria. Ora, sempre pensei que, uma vez concluidas as obras da nova ponte, o transito regressasse ao “normal”.
Terminada a ponte, reparo que nao. De facto, a forma como aparentemente se fara a circulacao rodoviaria naquela zona passa pela manutencao da referida rotunda. Ora, tal parece-me tao obviamente errado que estranho ate a consideracao dessa hipotese. Permitam-me que me explique, analisemos a situacao “pre-nova ponte movel”:
- Quem vinha de Matosinhos (atravessando a ponte movel), com intencao de descer a Rua Hintze Ribeiro (em direccao a praia), simplesmente contornava a pequena rotunda situada em frente a (neste caso) saida da ponte.
- Quem descia a Rua Dr. Fernando Aroso (sentido Igreja – Porto de Leixoes) e pretendia seguir pela Av. Dr. Antunes Guimaraes (Avenida marginal ao Porto de Leixoes), simplesmente seguia em frente nao tendo que sair da referida Rua Dr. Fernando Aroso, nao interferindo directamente com o transito relacionado com a ponte movel.
- Quem, vindo da Av. Dr. Antunes Guimaraes, pretendia seguir em direccao a Igreja, nao desembocava numa rotunda, apenas seguia em frente sem necessidade de paragem. Nao nos esquecamos do enorme afluxo rodoviario que corresponde a este perfil – automoveis vindos da A28.
Actualmente:
- Quem vem de Matosinhos (atravessando a ponte movel), com intencao de descer a Rua Hintze Ribeiro (em direccao a praia), vê-se confrontado com a inevitabilidade de contornar a enorme pseudo-rotunda criada, interferindo e tendo prioridade sobre quem circula na Rua Dr. Fernando Aroso, tendo estes que ceder passagem com a formacao de filas de centenas de metros (testemunhadas por mim em horas de ponta) num sentido e noutro.
- Quem desce a Rua Dr. Fernando Aroso (sentido Igreja – Porto de Leixoes) e pretende seguir pela Av. Dr. Antunes Guimaraes (Avenida marginal ao Porto de Leixoes), tem agora por obrigacao passar em frente a ponte movel, com a consequente interferência na circulacao de quem a pretende atravessar.
Estes 2 cenarios aqui descritos agudizam-se na situacao de “ponte aberta”. Quem, vindo da Rua Dr. Fernando Aroso, com objectivo de, ou seguir em frente pela Rua Hintze Ribeiro, ou apanhar a Av. Dr. Antunes Guimaraes, fica literalmente “entalado” na “nova rotunda”. Ora, no cenario “pre-obras na ponte”, tal nao se verificava; pois nao havia obrigatoriedade de contornar qualquer rotunda.
Entendo que outros cidadaos partilham desta minha visao das coisas, nao por qualquer epifania da minha parte, apenas porque se trata de uma situacao que tem tanto de obvia como de bom senso. Assim, resolvi escrutinar esta questao colocando-a on-line e aguardando pelo seu feedback. Peco-lhes apenas alguns minutos do vosso tempo para reflectirem sobre isto.
Atentamente,
Antonio Ferreira
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