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Signatures | Total: 421

 

# NameComments
301 Anonymous
302 Tiago Laires
303 Inês Gonçalves dos Reis
304 Anonymous
305 Anonymous
306 Albertina GomesConcordo, pois a escola é para todos e de todos. estar gravida nao faz dela uma deliquente, nem criminosa e as escola deveria aproveitar de casos como esses para fazer algo para acabar com a gravidez precoce, desde que seja de forma mais positiva possivel. também foi mae precosemente e tive que abandonar os estudos, se nao fosse o meu empenho hoje nao estaria onde estou e provavelmente com mais que um filho e cada um com um pai. A educaçâo escolar serve para alertar, cuidar e ajudar as pessoas a verem o que está certo e errado e nesse caso está errado a expulsâo desta aluna no momento que mais prcisa de todos....
307 Serafim DuarteUma tal decisão, além de injustificada e absurda, constitui uma clara violação dos direitos humanos e atenta contra a dignidade da mulher, ainda que jovem adolescente. O que as jovens nesta situação precisam é de todo o apoio da escola e não a sua discriminação e castigo. Porque é de um castigo que na verdade se trata. Isto é intolerável numa sociedade democrática.
308 Marta Araújo
309 Luciana Ballestrin
310 Filipa Oliveira
311 Leao de Pina
312 Daniela Silva
313 Alexandra Silva
314 Anonymous
315 Eurídice MonteiroVários argumentos têm sido apresentados para justificar a medida de suspensão temporária das alunas grávidas dos estabelecimentos de ensino secundário. Porém, é visível que nenhum deles se baseia em pressupostos que ultrapassam um certo moralismo arrogante e egoísta. Sabemos que a gravidez precoce atinge gravemente a cidade da Praia e as zonas rurais, que já são afectados por um conjunto de outros problemas sociais, alguns de difícil resolução e outros que apenas dependem da “boa vontade” política. Também sabemos que, pelo menos é o que parece à vista desarmada, a maioria das alunas vítimas da gravidez precoce são de bairros periféricos e de famílias com fragilidades socioeconómicas, sendo que se não tiverem acesso à mais educação podem continuar cada vez mais pobres. Daí que, juntando a muitos outros argumentos, recuso pactuar com tamanha aberração… A gravidez precoce é um problema que atinge vários países. Porém, não tenho conhecimento de nenhum país (com excepção de Cabo Verde…) que condena as alunas grávidas com um convite à exclusão. Tomei conhecimento de que os outros países não só lutam contra a gravidez precoce, como também procuram medidas para incentivar as alunas vítimas desse flagelo a continuarem os seus estudos, pois sabem bem que, quando afastam das escolas, estas correm o risco de nunca mais voltarem, agravando assim os problemas sociais. Não me venham dizer que uma medida equilibrada e que procura não excluir as alunas grávidas pode contribuir para o aumento da gravidez precoce. Se tiverem esse receio, então investem mais na educação para uma saúde sexual e reprodutiva responsável, na formação d@s professor@s e na sensibilização da sociedade…
316 Joana Pinto Coelho
317 Sara Izzo
318 PauloJamais
319 cinthiaeu acho que ela não deveria engravidar-se agora porque esta nos estudos, mas isso já aconteceu, ela deveria continuar os estudos e criar o seu filho depois continuar os estudos, mas nunca pensar em fazer um aborto, contudo a escola deve estar preparada, ter vários congresos insentivando as alunos a ter um filho só mas tarde.
320 Antónia MôssoTodo o cabo-verdiano possui o direito à educação e é vergonhoso, em pleno sec XXI, esse tipo de discriminação ainda ocorra. Impedir uma jovem de estudar é algo perverso . Não é espalhando terror nos nossos estudantes, nem descriminando que se resolve o problema de gravidez precoce, muito pelo contrário. Fico feliz por essa iniciativa tão solidária, parabéns
321 daniel brito
322 Cátia Melo
323 Risanda SoaresO Governo de Cabo Verde não pode negar a ninguém o direito a educação. Porque vai contra os Direito Humanos, instituidos internacionalmente. A gravidez precoce é um assunto bastante delicado que merece um outro tratamento. A expulsão das estudante gestantes das escolas não vai resolver o problema. Temos tidos notícias de casos de violência dentro das escolas que são sancionados com expulsões temporários, mas nunca a de anulação da matricula. Deve ficar ao critério delas continuar ou não a estudar. Sejamos contra todas as formas de discriminação! Risanda
324 Eduarda Bettencourt
325 Jairzinho Pereira
326 Joana Gama
327 Adriana dos Santos
328 Carla F. Alvesda RosaSolidariedade é um acto bonito. Esta brilhante aluna merece prosseguir os seus estudos, senão ela poderá encarar esta criança como um obstáculo na sua vida, o que não é bom nem para ela nem para a criança. Além do mais, por que é que os rapazes que têm filhos não são expulsos? Sucesso e muita força para a Ana Rorigues.
329 Samir Agues da Cruz Silva
330 Eoceno RamosA gravides precoce terá de ser combatida na prevenção, não depois de ter acontecido.
331 Rui Miguel Correia
332 Ticiana Ramos Nonato
333 AnonymousFull citizenship and civic practice are tied to access to information. Criminalizing or out-casting girls by taking away education strips them of their civic potential. Given current pregnancy rates among young women, the suspension in question would only contribute to the economic impoverishment of large communities of young women, in the present and in the distant future. Facilitating young women's economic, social and political dependence on men will only lead to greater and more complicated social disparities.
334 AnonymousQue estupidez... Como se deixar essa futura mae sem estudos,ia ser melhor para o seu futuro , dela e do bebe... Subdesenvolvimento e trsite
335 Claudia
336 Lizete
337 Nélida
338 Joaquina Maria da Costa Tonel CostaNuma fase da vida em que a jovem e o seu bêbê tanto necessitam de apoio, vem a escola com falsas "moralidades"...quiça...nem um programa de educação sexual tenha para os seus alunos. Grosseiro..ridículo...hipócrita Joaquina Tonel
339 Joana Sousa Ribeiro
340 lizete
341 Margarida Mota
342 Dom VioletoA gravidez precoce é uma questão de política pública, acho eu,
343 Claudson dos Santos
344 silvaO caso de gravidez precoce é sem duvida um exmplo do fracasso de politicas como o caso do planeamento familiar. Se mais informaçao fosse divulgado, e certos tabus se perdessem, esta menina que para além da pressão de vir a ser uma jovem mãe, vê-se confrontado com o facto de ter que abandonar os estudos e consequentemente enfrentar um futuro nada facil para quem não têm estudos, que para além disso terá repercussões no futuro do filho vindouro. Isto é algo inconsebivel nos dias de hoje em que se apela cada vez mais a uma sociedade em que a equidade e igualdade predominem,ao ínves caminhos para uma sociedade cada vez mais desigual.......
345 Pedro MoreiraÉ um absurdo essa descriminação e é inconstitucional segundo a constituição cabo-verdiana. Por isso, vamos todos contribuir para acabar com isso.
346 Anonymous
347 Masi Carmela
348 Madalena MiraParece mentira que ainda existam situações como esta em pleno século XXI! Ser negado a uma aluna o direito de concluir o ano lectivo em curso pelo facto de ter engravidado e de ter tido uma criança é algo impensável hoje em dia e só posso esperar que o Ministério da Educação de Cabo Verde reveja as suas posições face a situações idênticas, por isso subscrevo esta petição.
349 José Jesus
350 Inês Sacchetti

 

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