| # | Name | Comments |
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| 201 | Phillipe Phaser | que o estado não incentive a natalidade... aceito mas nao compreendo. prejudicar a natalidade (precoce ou não) é crime contra o povo. |
| 202 | Jeremias Cabral | Sou contra a gravidés precosse, mas tendo em conta que os alunos dos concelhos como do Paul podem não ter acesso as informações sobre os métodos e com vergonha de mostrar que já iniciaram a vida sexual activa, recorem aos metodos menos seguros.
Mas tendo em conta que é uma boa aluna e o ano lectivo está praticamente no final, eu acho que deveria ter uma chance de terminar este ano lectivo. Pois não deve ser punido duas vezes. |
| 203 | Hugo Gonçalves | |
| 204 | sara | |
| 205 | Anonymous | |
| 206 | FERNANDO A. SEBASTIÃO | somos Africanos e ser Africano signica viver mal,estar mal informado, sobre alguns conceitos basicos como:saber namorar....saber viver este é mais um dos muitos casa que ocorrem dia e noite no seio das familias Afracanas.pais que não conversam com os filhos so sabem cobrar o nunca ensinaram,filho que quando dão conta do comportamento dos pais tomam as suas proprias decisães razão pela qual casos do genero são constantemente nas familias.
Agora não basta suspender moças que caiem neste erro, mas sim chamar a razão sobre este tipo de problemas ,possiveis risco do mal contuta perante a sociedade, Os gestores Africanos nunca estão proto p/ dar boa educação no seu povo porque procupam se mais com dinheiro do que com a sociedade que governam.empidi-la de estudar estaram cometer o mesmo que ela ja cometeu.é favor de deixar-la continuar os seus estudos que iram servir de suporta no sustento do bebe que vai nascer. |
| 207 | Tiago Malheiros | |
| 208 | Saul Peixoto | STOP DISCRIMINATION! |
| 209 | ERNESTINA SANTOS | A discriminação das mulheres é condenável num Estado de Direito. O direito à sexualidade feminina e à maternidade não pode ser posta em causa por valores declaradamente retrógrados quando não se verifica qualquer escândalo público. Não se trata de ACOLHER adolescentes grávidas numa escola mas sim de lhes dar a opção de escolha de FREQUENTAR as aulas pois gravidez não é doença. A gravidez precoce é um problema histórico nas ilhas que pede educação social urgente sobre sexualidade responsável. A expulsão da Ana não passa de uma cópia vergonhosa da ditadura colonialista que expurgava solteiras do seu posto de trabalho, ignorando cegamente a responsabilidade do Estado na matéria. |
| 210 | marta carreiras | |
| 211 | Djinho Barbosa | Curioso para saber como é em outras latitudes.
Mesmo não sabendo, que a Ana tenha forças para continuar contrariando o "sistema" and proove it wrong.
Que @ filh@ venha forte e cheio de saude para ler esta petição daqui a alguns anos |
| 212 | IMA | Deve tomar -se medidas no sentido de consciencializar os jovens a não engravidar com estas idades, mas não adianta agora deixa-las fora do sistema educativo. |
| 213 | Miguel Antunes | |
| 214 | Carla Palavra | |
| 215 | Margarida Fragoso | |
| 216 | Maria de Vasconcelos | |
| 217 | Nuno Ferro Marques | |
| 218 | Virgílio Rodrigues Brandão | |
| 219 | Miguel Seabra | |
| 220 | Anonymous | |
| 221 | Evódia Gomes da Graça | Esta mendida adoptada pelo governo é absurda, uma vez que penaliza a própria sociedade caboverdiana!Para além de ser uma discriminação às mulheres, é CLARO! Sem querer ser feminista, acredito que desDe que as alunas estejam capacitadas fisica e psicologicamente, que PODEM sim continuar o percusro académinco assim como uma pessoa normal! Esta medida prejudica também alunas detentoras de uma média muito alta como é o caso da Ana Rodrigues de Santo Antão, que pode estar em risco de não conseguir prosseguir os estudos só porque decidiu ser mãe!Façamos algo para que esta medida seja eliminada de vez!!!! |
| 222 | Anonymous | |
| 223 | Emidio Buchinho | Ao contrário desta medida anormal, as mulheres grávidas devem usufruir de medidas e atenções especiais. |
| 224 | moreia | Uma educação eficiente para todos. O único caminho para a autonomia em todas as suas formas. A discriminação não é a solução. |
| 225 | Anonymous | |
| 226 | Zanini | |
| 227 | Flávia Domingas Ba | Se se luta tanto pelo direito à vida, acho que o acesso à educação é um direito fundamental. Que ambas as coisas sejam conjugáveis... |
| 228 | amelia sacramento monteiro | Esta lei deve ter sido copiada dos TALIBÃS. |
| 229 | Janilson | Tal como o direito fundamental a educação, ao conhecimento, o direito a ser mãe ou a escolher o que deve ou não fazer, desde que não poêm em causa os direitos dos outros, nunca deve ser posta em questão seja la qual for a situação social, economica, psicologica, fisica,... ou mesmo ser rejeitada. Mas não obstante disso, acho que essa situação de deserrespeito pela HUMANIDADE seja de desigual forma que é proibida uma discente de frequentar o estudo pelo simples motivo de estar gravida. Cada um de nós somos livres de escolher por que caminho andemos... desde que não prejudique os outros. Deixo então uma pergunta "- Onde está os direitos humanos???". Agora deixo aqui uma sugestão de uma pessoa que não tem a cabeça so para pentear ou colocar chapeu, desculpe-me pelas palavras "http://www.africanidade.com/articles/1060/1/------DISCRIMINAAAO-DE-PARTO/Paacutegina1.html". SEJAMOS TODOS IGUAIS, INDEPENDENTEMENTE DA RAÇA, DA COR, DA SITUAÇÃO SOCIAL OU MESMO DO "PODER" |
| 230 | Anonymous | |
| 231 | Sheila Costa | Mais uma medida absurda para assassinar o futuro dos nossos jovens. |
| 232 | Ana Silva | |
| 233 | Eduardo Alhinho | |
| 234 | Anonymous | |
| 235 | Elisa | Toda a gente tem direito a educacao! E se em caso de uma aluna gravida quiser continuar os estudos tem todo o direito!! forca ana!!! beijos |
| 236 | Redy | Considero tal medida uma irresponsabilidade e faz com que haja maior desigualdade social, na medida em que não podemos esquecer que há um limite de idade para a frequência da escola pública. Passando esse limite, caso não tenha condições para pagar uma escola privada, perde a oportunidade de lutar no mercado de trabalho com as mesmas armas do que os outros. |
| 237 | Jannyce Costa | |
| 238 | Maria Pimentel | |
| 239 | carmem rodrigues | |
| 240 | joão Francisco de Brito dos Santos | Apoio a petição e repudio veementemente este malthusionismo ministerial inaugurado pelo Dr. Victor B. que, ao que parece com sucesso, quer ressuscitar para Cabo Verde, qual rainha Victória, os valores victorianos, impondo às nossas mulheres o estatuto de vulgares madonas. |
| 241 | Marco Gonçalves | |
| 242 | Lourdes | |
| 243 | Bárbara Rocha | |
| 244 | Bleizy Costa | |
| 245 | alice giuia urso | |
| 246 | Anonymous | para uma sociedade mais consciente e educada sem discriminações e realista. |
| 247 | Sérgio Alves Carvalho | |
| 248 | José Esteves | |
| 249 | Anonymous | Os direitos de uma jovem Estudar não deve encontrar barreiras em descriminações e/ou punições. O fato ocorreu e não se deve restringir os direitos de Estudos/formação. Deve-se apoiar e educar para que o fato não ocorra de maneira leviana. Sabemos que a gravidez nestas condições já esta sendo uma grande provação a jovem. Agora deixar que a mesma cresça e assuma suas responsabilidade é loucura. Devemos sim incentiva-la a terminar seus estudos e assumir este filho com todo amor. |
| 250 | Aranzazu Marcotegui | |