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Signatures | Total: 421

 

# NameComments
1 Aquilino VarelaA existância desta vergonhosa medida não só põe em causa as lutas em prol da igualdade de direitos, sobretudo no que concerne à igualdade do género, que a humanidade levou tempo a admitir e batalhar, como também denuncia uma prática de exclusão, a todos os títulos reprovável, mormente no continente africano onde se clama todos os dia pelo banimento de barreiras excludentes. Práticas do tipo em nada dignificam o país e as suas instituições.
2 Katia Cardoso
3 Rita Santos
4 César Schofield CardosoE os meninos? Os pais das crianças? Se são jovens devem para a rua também. Se são adultos devem ser responsabilizados criminalmente. Ademais, a via da punição não me parece que seja um desincentivo à gravidez precoce. Prevenção, prevenção, prevenção. A medida é desumana.
5 Cristina Vera-Cruz
6 samira pereiraNaturalmente que discordo totalmente com a medida de suspensão das grávidas das escolas. Trata-se de uma medida de exclusão e nada pedagógica. Relativamente á petição julgo que a pergunta não está bem form ulada visto que muita gente lê na diagonal os conetúdos online. Por pouco cliquei em Concordo plenamente porque "concordo plenamente com a petição". Mantenhas, Samira Pereira
7 joseanne
8 Rita Gomes
9 Valdevino BronzeDiscordo com a forma que essa questão vem sendo tratada pelos organismos competentes e não só. Na minha opinião, a questão é mais complexa do que aparenta ser. Mexe com todas as vertentes da organização da sociedade desde o seio da família e dos amigos, o currículo escolar, as políticas do governo e a sua implementação, com os media, a religião, os valores, os costumes enfim a cultura de um povo. Após toda essa generalização, creio estar correcto ao discordar dessa eminente expulsão da Aluna Ana, privando-a de um dos direitos básicos e essenciais de qualquer ser humano. Aguardemos com serenidade!
10 Decio BarbosaGravidez não é uma doença, não ha perigo de contaminação! não vejo motivos justificaveis para que a aluna seja excluida, se não que o governo arranje metados alternativos ou escolas para gravias, etc...
11 Amilcar A. MonteiroAcho que são coisas distintas, gravidez precoce deve ser tratado em fórum próprio. A aluna estar grávida deve ter um enquadramento especial que não a perturbe emocionalmente e pelo contrário seja capaz de a suportar. Essa medida já era um absurdo há 4 anos atrás. E cada vez que vem um caso a público, mais ridículo se torna.
12 Vera FigueiredoNão acho que as escolas tenham as condições para uma aluna gravida, mas o direito a educação é garantido pela constituição. Já é agora de resolvermos esta situação sem tapar o sol com a peneira.
13 AnonymousOur children are a reflection of who we are. If we don't want teenage pregnancy in schools we should EDUCATE NOT PUNISH the children we failed.
14 Catarina Cardoso
15 AnonymousFui professora na Escola Técnica do Mindelo no curso de Construção Civil (2005/2006) e tive contato com esta triste realidade: uma de minhas alunas se afastou pelo mesmo motivo "de parto" no 12º ano escolar. Fiquei muito indignada e mais perplexa ainda quando pessoas diziam que não havia nada a se fazer. Mas fico deveras feliz que enfim alguma coisa começa-se a fazer! É preciso mudar esta realidade com urgência! As mulheres caboverdianas não podem mais terem seu futuro comprometido, pelo menos não por esse motivo!!
16 Salim Gomes
17 Catarina Ressurreição
18 Amândio Vaz
19 Abel Djassi AmadoApoio total e incondicionalmente a aluna Ana Rodrigues.
20 Virgílio Rodrigues Brandão
21 Paulino DiasA decisao de suspensao ou nao da matricula deve ser uma escolha da aluna e dos pais, e nao uma imposicao legal!
22 Evandrooportunidadi pa tudo alguem el prol di disenvolvimento di kabu verdi
23 Ana Cristina Santos
24 carla
25 Cristina Azevedo
26 Anonymous
27 Ana Almeida
28 João Paulo Brito
29 MonteiroI don't think that being pragnant is a cause to stop school. Contrary, mothers should have the opportunity to continue their school, getting a degree and become dependant, so that they can give a good education to her child.
30 Ana Filipa Afonso Marques
31 Anonymous
32 Clara Barros
33 AnonymousÉ uma questão complexa mas este tipo de repressão e discriminação não a resolve. Discriminação porque a gravidez implica duas pessoas em que só uma é penalizada. Deve-se aproveitar para analisar o que está a falhar nas campanhas de sensibilização e informação no combate à gravidez precoce.
34 Maritza RosabalEm 2001, através do despacho, “ Orientações gerais para uma melhor gestão da questão da gravidez nas escolas” emitido pelo Ministério de Educação, se “aconselha as alunas a suspender a frequência ao estabelecimento de ensino em caso de gravidez”. Como base para a implementação desta norma invocou-se “que a gravidez das alunas tem criado constrangimentos no funcionamento, pois as escolas não tem condições (nem em termos de estrutura física e equipamentos, nem em termos de apoio/aconselhamento psicológico e/ou outro) e que alem disso muitos professores não se encontram preparados para lidar com tal situação” . Amplos sectores receberam com beneplácito esta medida, enquanto reposição do carácter sacralizado do espaço escolar, mas para outros esta medida é apenas a tradução, sob a forma de orientação, duma postura conservadora, que tinha como objectivo dar satisfação ao pânico moral duma sociedade, que estava sendo confrontada com o facto das praticas tradicionais do exercício da sexualidade, tanto no marco (conjugalidade) como na função (apenas reprodução), estar mudando radicalmente. Voltados sete anos sobre a implementação, das “ Orientações gerais para uma melhor gestão da questão da gravidez nas escolas”, continua a obrigar as alunas a suspender a matricula, sem serem equacionadas as implicações pessoais e sociais da medida adoptada, para as adolescentes grávidas, que interrompem temporária ou definitivamente o processo de educação formal, ou as consequências em matéria de igualdade e equidade de género. Esta medida, além de ser atentatória contra a igualdade e equidade de género, viola os direitos das jovens cidadãs cabo-verdianas, já que a Constituição da República de Cabo Verde estabelece no artigo 49º que “todos têm a liberdade de aprender (…)” e que esta liberdade compreende o direito de frequentar estabelecimentos de ensino e de educação (…) sem qualquer discriminação, nos termos da lei. Ainda os grandes princípios que orientam a educação em Cabo Verde, estão consubstanciados na Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), que estabelece “que todo cidadão têm o direito e o dever da educação e que o sistema educativo dirige-se a todos os indivíduos independentemente da idade, sexo, nível sócio económico, intelectual ou cultural, crença religiosa ou convicção filosófica de cada um.
35 Elsie Gomes
36 RochaI can't agree with this because even if they are pregnant they have the right to study. Even sometimes their pregangcy is more an "accident" then something else and they have to keep the baby so if they are no more allowed to go to school they have lost everything.
37 Anonymous
38 Bruno GomesAbsurdo!
39 Débora Abu-Raya
40 alexandre lemos
41 elisacomo é possivel em pleno se.21 ainda se tomarem medidasdiscrimanatórias num país dito democratico.
42 Hélder Paz Monteiro
43 Olívio Silveira Pires
44 Patricia VeigaNao por ser mulher, mas por ser estudante que discordo totalmente, o afastamento da escola nao vai ajudar em nada pelo contrario vai prejudicar e dificultar as coisas futuramente. Discordo tambem ao dizer que as outras colegas podem seguir o mesmo exemplo, pelo contrario, vão ver como é dificil ser mae precoce. Aprendemos com os erros dos outros, principalmente quando esse alguem nos é proximo e querido.
45 Paula Matos
46 Johnny Soulé
47 Catarina Abreu
48 Lay Lobo
49 Anonymous
50 Anonymous

 

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