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Signatures | Total: 318

 

# NameComments
101 Carlos Sá NogueiraEsta decisão do Governo só denota uma coisa: a sua insensibilidade e falta de politicas para o sector da cultura. Diria mais: que esta opção estapafúrdia do Governo é um atentado ao património da cultura e uma hipocrisia ao artista que deu o seu nome àquela casa.
102 Crisolito "Kiso" Oliveirahttp://cvmultimerdia.blogspot.com/2007/07/tristi-agonia.html
103 Artel Xisto Almeida
104 Lucídio Mendes MoreiraSou sempre pela rentabilização dos activos. Mas, o Palácio Ildo Lobo deve ser, todo Ele, um Espaço de fruição cultural, ainda que servida com alguns leves ingredientes de outro tipo - veja-se o exemplo do C.C.Francês. Sou, por isso, tb contra a ideia de bar como o que lá estava.
105 Georgina de MelloEspero que o Governo tenha a lucidez suficiente para mandar suspender uma decisão que só pode ser o resultado de um acto de gestão menos feliz.
106 Sérgio AlvesQue volte de novo o bar a funcionar. Que não seja um bar para abstémios. E que sirva de lição: os contratos não podem ter "lacunas" também para isso é que servem os advogados. As "lacunas" dão sempre jeito a alguém e prejudicam, neste caso, muita gente.
107 Abraão Vicente
108 Américo Fortes (Xclumbumba)"TODO O MAL TEM SEU LADO BOM " A manifestação desse intento, bem como o início das obras das obras, é: 1- Um desrespeito ao património. 2- Um desrespeito aos agentes culturais e as pessoas com um pouco de bom senso.3,4,5…Mas nasce nesse acto, a oportunidade de muitas coisas serem postas nos seus lugares.
109 Ariane Morais-AbreuTal invasao e confusao dos generos dizem muito sobre o estado da cultura em Cabo Verde. O dinheiro publico alimenta mais uma vez os interesses privados, neste caso de uma Electra que moribunda acaba no entanto de entrar triunfalmente, segundo a propaganda mediatica, na Bolsa de Valores, para matar um pouco mais os cabo-verdianos com speculaçao financeira e muito pessimas prestaçoes. A matança do povo e da cultura pode continuar a vontade... a favor do engordamento dos novos acionarios e empobrecimento geral da sociedade. Se a Electra entra hoje no Palacio da Cultura, afinal a culpa é de quem?!!! Sugestao: uma OCUPAçAO do espaço daria mais força as protestaçoes.
110 Jailson Queridoseria uma perda enorme para a nossa cidade. temos que perguntar qual vai ser o proximo passo no sentido da banalização da nossa cultura e do homem que tudo fez para esaltar a nossa cultura(Ildo Lobo)
111 Francesco Valentebuisness buisness buisness....e a cultura para o povo?? a sabedoria?? a troca de experiencias, de criatividade, de ideias...?? e o desenvolvimento da gente e das novas geraçoes...aonde vai ser ?? dentro da Electra??...
112 Jorge Baluka
113 Elisângelo Lopes Ramos
114 MendiA salvaguarda de um património é um exercicio de cidadania. Não podemos deixar que a falta de coerência - o aluguer à Electra-, venha pôr em causa a imagem deste centro cultural. Um centro cultural modeno, um museu, etc, deve ter um bar (misto se possivel), um auditório e outras funcionalidades. O bar é o espaço de sociabilidade, não é um lugar inócuo de consumo, mas sim um espaço de criatividade, de prática cultural. Salvemos o Bar!
115 Carolina Cruz
116 lenine barbosaFazedu mutu show como sempri ku palaciu di cu ltura i dipos skecedu del. Nha povu ka ta toma tino , ali na Praia ta skecedu di mai ki fari palacio . Ken ki ta fitcha Palacio e pa fitchal na cadia djuntu ku pulga ku moskito.
117 Vanda CruzQue o Governo arranje outra forma de saldar a dívida para com a Electra.
118 Anonymous
119 AnonymousNão às mariquices do JM Barreto
120 Déborah Semedo
121 Paula Gomes
122 Cristina Gomes
123 Maria Luisa Cruz
124 Crisanto Fortes
125 Aristides Pina
126 Elisabeth Pina
127 Claudia P. MonteiroAtentado a Cultura....abaixo Electra
128 Waldir Fernandes
129 João Paradela
130 Yara dos Santos
131 Ludgero Correia
132 Dulce Sanches
133 Angela Rodrigues
134 Ulisses PortuguesTem todo o meu apoio
135 BRUNO BARROS
136 Isabel FerreiraÉ pena que estes espaços não sejam só e exclusivamente dedicados à cultura.
137 Lamanary Ramos de Pinaplateau ka mesti maz bagunsa!
138 João Veiga
139 Isa Pereira
140 Isabel Moura Mendes
141 Anonymous
142 Nadège FORTESA gestão do Palácio no seu conjunto deveria ser feita tendo em mente a sustentabilidade financeira do Palácio, e também com base num plano do qual constaria as diversas actividades culturais e de apoio à cultura, que esse edifício pode albergar, principalmente: 1- previsão (incluso “ir buscar”/atrair os artistas) /organização dos diferentes tipos de eventos culturais (exposições, concertos, "salões literários", "debates", projecções, desfiles, sensibilização à cultura cabo-verdiana inter alia), 2- programação da ocupação do espaço (arrendamento do espaço “mezzanine”, cave, auditório, sala(s)), 3- promoção de outras iniciativas culturais de âmbito local, regional, nacional. Devemos (Nós, de maneira geral todos os cabo-verdianos interessados na promoção/desenvolvimento (e nesse caso específico, no resgate) da nossa cultura, incluindo obviamente os governantes e os eleitos responsáveis ou com interesse na cultura) inspirar-nos do que já passou (de bom e de mal) para finalmente "agarrar" esse projecto (ao fim e ao cabo, o PCIL ainda é um projecto com várias "experiências pilotos" temporais), assumi-lo como uma opção definitiva de todos os cabo-verdianos em ter acesso à cultura, e dinamizar o espaço todo de forma a alimentar o que o Amílcar Monteiro já chamava em 2005, de "círculo continuo de promoção cultural". O PCIL é a principal porta de acesso dos cabo-verdianos (e outros, visitantes!) à cultura de Cabo Verde. E como já tivemos a ocasião de dizer: isso é o que lhe torna um "Palácio" da cultura, e não um mero centro cultural de cidade. A instalação dum posto de cobrança de Electra, embora com o objectivo de “resolver” as dívidas do Palácio, é realmente um absurdo e um abuso de poder. Será que aqueles que propuseram esse “acordo” se esqueceram que a cultura é de todos e para todos, inclusos eles? Que a cultura é o que nos dá, lhes dá, o sentido de identidade? Que a cultura é o que nutre essa identidade? Que incluso sem ela, não passaríamos de “desorientados”? Será que não viram (?) ao fazer uma tal proposta, que iriam contribuir a fazer uma barbaridade, mesmo que em termos comerciais, possa-se chegar a satisfazer algum princípio lucrativo (o Palácio tem uma boa localização, indeed e ademais deve dinheiro?!). Essa dívida é anormal, isso é óbvio. A empresa Electra está lesada, concordo. (Embora não se entende muito bem como é que se deixa correr uma situação dessa durante tantos anos.). Mas existem outras vias. Isso é certo. E Eu, como cidadão dessa Terra, insurjo-me contra esse abuso, recuso-me a engolir uma tal barbaridade e assino a presente petição! E chamo os que pensam que a instalação dum balcão da Electra no próprio palácio da cultura “não faz nada” (pelo contrário!), a considerarem o seguinte: Existem outras vias para o reembolso dessa dívida, seja recorrendo ao Estado (a cultura pode afinal ser financiada numa certa medida pelo Estado. E estamos a falar do orçamento de funcionamento do “Palácio da Cultura”, sita na Capital de Cabo Verde!), aos cidadãos, ao tribunal (?). Essas outras vias prejudicarão muito menos o Palácio e os cabo-verdianos que a instalação dum posto de cobrança num lugar destinado à expressão/promoção/desenvolvimento/divulgação da cultura cabo-verdiana. O que tem a ver a cobrança de facturas de água e luz com a cultura de Cabo Verde? Sim claro, trata-se “também” do bem-estar e conforto dos Cabo-verdianos (ter acesso à água e electricidade), pois que se instale então postos de cobrança junto dos mercados ou nos supermercados, e não num centro cultural! Aos moradores do Plateau que acham que a instalação duma agência de cobrança junto das suas moradias é uma boa ideia, asseguro-lhes que entendo a sua posição: Pois claro: quem não gostaria de beneficiar da proximidade dum posto de cobrança para tratar das suas facturas rapidamente. Quem não gostaria de “dormir em paz”, sem toda aquela movimentação que algumas actividades nocturnas do Palácio promoveram no passado?! Mas em alguma parta da cidade haverá de existir um centro cultural deste tipo, aonde ir, aonde aprender, aonde expressar-se. E não é que faria mais sentido que este seja no centro histórico da cidade da Praia, i.e. no Plateau?! Ainda por cima, à proximidade das suas casas (que sortudos são!). Mas o dinamismo deste Palácio da Cultura não implica forçosamente um sacrifício permanente por parte dos moradores. “Poluição sonora” é regulamentada e deve ser fiscalizada. É o papel das autoridades. Se não pode ser um estabelecimento do género “cyber-café-bar”, pelo menos que não seja um posto de cobrança de facturas!!! Entendo que para certas pessoas, venda de álcool e refrigerantes não tem nada a ver com cultura. Não concordo (trata-se duma confusão comum, dum “amálgama infeliz”…), mas entendo. E venda de água e electricidade então?!... Na minha óptica, um pequeno espaço como aquele que já existia, de café-restauração (gastronomia de CV) é uma boa ideia, porque duma certa forma “apoia” as actividades culturais em curso no Palácio: as pessoas reúnem-se lá depois ou durante uma exposição, um debate, um concerto, uma projecção para discutir a volta duma mesa. É agradável e tão típico das nossas ilhas aonde pessoas gostam de se reunir a volta duma mesa, para trocar ideias/impressões sobre tudo e um pouco mais! A consulta de e-mail é um acréscimo e procura também receitas ao Palácio. E fomentamos assim a sociedade da informação, que também faz parte (ou deve fazer!) da nossa cultura, agora mais do que nunca! (“Praia Digital!!!”) Que não seja usada esta via, a “Via Electra”, peço-lhes! Não se trata duma simples questão de dívida e de “boa localização”, ou será que não entendem?! Não há necessidade de lesar e prejudicar o povo cabo-verdiano por erros de gestão, lesando ao seu torno, os cabo-verdianos, e negando-lhes um espaço de acesso à própria cultura. O espaço aonde se encontrava o cyber-café Sofia, e aonde a Electra quer se instalar, deve servir a cultura, e nada menos. De outra forma, estar-se-ia a prejudicar muito mais do que parece. Para acabar este pequeno “manifesto” tenho vontade de perguntar também “porquê”, aos gerentes deste património: porquê somente agora começa-se a tentar resolver a situação, e dessa maneira? Porquê se a gestão de todo o palácio é complexa, não ter procurado “apoio”, até voluntariado de outros cidadãos? Porquê, até, não recrutar para aquilo? Será que os cabo-verdianos, os cidadãos da Praia, não precisam estar ao corrente das dificuldades do Palácio da cultura deles? Porque somente agora, foi preciso duma iniciativa individual, privada, para que seja levada a nossa atenção uma situação que já chegou a uma tal extremidade?! Todos queremos participar no bom andamento das coisas na nossa cidade, isto é: uma cidade que não tem o seu povo, os seus habitantes para si, não vai a nenhuma parte. Acabo desta forma. Peço sinceras desculpas pelos erros de português e de forma que possa ter cometido. Sou cidadã, puro e simplesmente. Esses comentários são o reflexo do meu modo de pensar relativamente ao assunto em apreço. Não foi intenção minha “botar a culpa” a ninguém. Acho que seria totalmente improdutivo e pouquíssimo construtivo. Peço-lhes simplesmente que reconsiderem a questão: Será isso a melhor via? Não falamos de cultura de massa ou de “cultura elegante”. Somente: Cultura Cabo-Verdiana e as suas influências.
143 Marta Lança
144 Josè Rui Lima-S. AntàoCultura è energia, (mas nao essa) Cultura è ligacao, (mas nao essa) Cultura è luz, (mas nao essa) mas sim aquela que, quando fecha o pano, todos se levantam e em unissomo pedem que o show contine. Um apelo ao bom senso Que Vivam Cabrais Que Vivam Ildos Lobos Que Viva a Cultura Caboverdiana Que Viva o Palàcio de Cultura
145 manuel delgado
146 Carlos Barbosa
147 claudia martins lima
148 Catarina Abreu
149 José Miguel Martins
150 Paulo Umaru

 

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